Reunião da Rede Partenon
DATA: 15/07/2014
LOCAL: Av. bento Gonçalves, 3722
PAUTA: Políticas habitacionais para a comunidade: aluguel social, casas de emergência, políticas para áreas de risco e o Programa Minha Casa Minha Vida no Partenon
Com a Presença da Superintendente de ação Social do DEMHAB, Sra. Maria Orácia Ribeiro e representante do CAR-Partenon
Compareça!
sexta-feira, 11 de julho de 2014
domingo, 29 de junho de 2014
RELATO DA REUNIÃO DA REDE PARTENON 10/06/2014
Na reunião
de 10/06 foi realizada a formação PAIR - Programa de Ações Integradas e
Referenciais de Enfrentamento da violência Sexual Infanto-juvenil no Território
Brasileiro. Esta formação faz parte do Programa Nacional de Enfrentamento da
Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes SPDCA/SEDH-PR
Apresentação da Claudia Lopes
A seguir apresentamos
um resumo dos pontos mais importantes da formação PAIR:
Objetivo
Geral: Integrar políticas públicas para a construção
de uma agenda comum de trabalho entre Governos, Sociedade Civil e Organismos
Internacionais, visando o enfrentamento das situações que envolvam crianças e
adolescentes vítimas da violência sexual.
Metas
Estratégicas: Criar e/ou fortalecer redes de atendimento,
prevenção, proteção e defesa jurídica de crianças e adolescentes vítimas da
exploração sexual comercial e tráfico, para esses fins. Despertar uma
consciência da sociedade e dos formadores de opinião sobre o direito de
desenvolvimento de uma sexualidade segura e saudável por parte de crianças e
adolescentes.
Abrangência
Territorial: é um programa de abrangência nacional, não ainda em todos
municípios.
Gestão e
Execução
GESTÃO ESTRATÉGICA: SEDH/SPDCA/PROGRAMA NACIONAL DE ENFRENTAMENTO
DA VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES
EXECUÇÃO TÉCNICA: SEDH/SSPDCA/PNEVSCA; Ministério do
Desenvolvimento Social e Combate à Fome; Ministério da Saúde; Ministério da
Educação; Ministério da Justiça – Secretaria Nacional de Justiça; Ministério do
Turismo; Organização Internacional do Trabalho – OIT; Gestores Estaduais e Municipais;
e Universidades
Marco
Conceitual: Estatuto da Criança e do Adolescente (art.86)
Referência
Metodológica: Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual
Infanto-Juvenil
Perguntas
Orientadoras:
Como construir nos municípios ações
referenciais/ metodológicas de enfrentamento às situações de exploração sexual
e tráfico, para fins sexuais de crianças e adolescentes?
Como tornar operativo em cada Estado / Município o
Plano Nacional?
Como adequar a previsão de rede para os municípios
de acordo com sua população?
Referências Conceituais e Metodológicas
Municipalização do atendimento / estratégia
de articulação com o Estado
Descentralização das ações
Participação proativa da sociedade e dos
segmentos jovens
Reconhecimento do papel dos Conselhos de
Direitos
Referências Conceituais e Metodológicas
Articulação com as políticas públicas e com
equipes multidisciplinares e multisetoriais
Intervenções em processos integrativos em
rede
Formação e informação qualificadas/ mídia
Integração com as instâncias que integram o
Sistema de Garantia de Direitos.
PROCESSO DE TRABALHO
Realização de um
Diagnóstico Rápido Participativo
Realização de
Seminários para construção de Planos
Operativos Locais
Constituição de
Comissões Locais
Formalização de
Pactos com a Sociedade
Promoção do Curso de
Capacitação para a Rede de Atenção, Defesa e Responsabilização Assessoria
Técnica.
DIAGNÓSTICO
RÁPIDO E PARTICIPATIVO
Visa mapear os fluxos e avaliar a qualidade de atendimento, bem como a
estrutura organizacional e operacional dos programas, serviços, e redes de
serviços de enfrentamento da exploração sexual e do tráfico a ela associados,
existentes em cada município.
SEMINÁRIO PARA
CONSTRUÇÃO DO PLANO OPERATIVO
Objetivos:
Mobilizar a rede local (participação dos principais atores no Município)
Apresentar os resultados do Diagnóstico Rápido Participativo (DRP),
Construir o Plano Operativo Local (POL - operacionalizando
o Plano municipal de Enfrentamento da Violência Sexual) de forma participativa
Constituir a Comissão Municipal, responsável pelo monitoramento do POL
(formalizada através de resolução do Conselho Municipal dos Direitos da Criança
e do Adolescente)
CABE AO COMITÊ GESTOR
MUNICIPAL/ESTADUAL
Articulação com o Comitê Executivo Estadual e com a Organização
Executora do Programa (Universidades)
Mobilização das organizações governamentais e não-governamentais locais
que atuam na área de proteção e defesa dos direitos da criança e do adolescente
no município.
Participação na organização e execução dos eventos do Programa.
Coordenação do processo de execução das etapas do Programa.
Discussão e aprovação dos relatórios de monitoria e avaliação preparados
pelas Organizações de Assessoria Técnica e Capacitação.
Participação nas reuniões de avaliação do Programa.
CAPACITAÇÃO
DA REDE DE PROTEÇÃO
Promover a capacitação dos segmentos envolvidos acerca do fenômeno da
violência sexual contra crianças e adolescentes a partir da perspectiva dos
direitos humanos;
Enfocar o complexo problema do enfrentamento da violência sexual
infanto-juvenil contribuindo para uma construção processual, mas sólida, de
novas e sistemáticas formas de pensar e agir na/com a infância e a adolescência
no Brasil;
Refletir sobre as possibilidades, os impasses e compreender as
dificuldades inerentes às ações relativas ao enfrentamento do problema;
Capacitar e potencializar a mobilização dos segmentos comprometidos com
o enfrentamento da violência e exploração sexual;
Registrar e sistematizar a experiência desenvolvida no processo de
capacitação, visando à disseminação de seus resultados, enquanto subsídio para
processos de formação equalificação de recursos humanos na área
ASSESSORIA
TÉCNICA
Assessorar instituições e serviços da rede visando assegurar um atendimento
integral e eficaz na remissão dos casos de crianças e adolescentes atendidas na
condição de vítimas de exploração sexual comercial e tráfico para esses fins;
Oferecer suporte técnico e metodológico para a sistematização das
experiências desenvolvidas instituições e serviços da rede em condições de
disseminação de seus resultados;
Estabelecer o processo de transferência dos serviços de assessoramento
técnico a especialistas locais envolvidos em programas ou atividades de
pesquisa e extensão com atuação na universidades públicas locais.
AUDITORIA OPERACIONAL
DO TRIBUNAL DE CONTAS
DA UNIÃO Relatório TCU – divulgado em 2004
Nos municípios auditados pelo TCU que desenvolviam a metodologia do
PAIR, o TCU percebeu um diferencial no que diz respeito ao impacto do Programa
nas ações municipais de enfrentamento à violência sexual infantojuvenil.
Em seu relatório, recomenda no subitem 3.4.4., que “que a SEDH envide esforços no sentido de buscar recursos e parcerias
visando o aumento da abrangência do PAIR, e elabore estudo com vistas a propor
a sua inclusão como uma Ação do Programa de Combate ao Abuso e à Exploração
Sexual de Crianças e
Adolescentes, na
oportunidade da próxima revisão do PPA.”
RESULTADOS
ALCANÇADOS
Mudança de paradigma no enfrentamento das situações de exploração sexual
comercial e tráfico a partir de uma visão integrada e multisetorial
Operacionalização dos Planos de Enfrentamento à Violência Infanto-juvenil
Informações, ferramentas, instrumentos técnicos e metodologias
disponibilizadas e utilizadas sobre o tema
Profissionais mais qualificados para identificação e atendimento dos casos de exploração sexual
comercial e tráfico,para fins sexuais
Adoção da metodologia do Programa para o enfrentamento de outras
questões.
RESULTADOS
ALCANÇADOS
Desenvolvimento de metodologias de intervenção para atendimento às
vítimas ESCCA (Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescente);
Construção de uma matriz curricular para capacitação de agentes públicos
e atores da rede;
Adequação da legislação municipal concernente
à criação dos Conselhos Municipais, Fundos Especiais e Conselhos Tutelares;
Estruturação de um sistema de monitoramento e avaliação dos Planos
Operativos Locais
Hora do lanche
terça-feira, 3 de junho de 2014
FORMAÇÃO DO PAIR NA REUNIÃO DA REDE PARTENON
REUNIÃO
DA REDE PARTENON
DATA: 10/06/2014
HORA: 14h às 18h
LOCAL: Av. Bento Gonçalves,
3722
PAUTA:
FORMAÇÃO ESPECIAL - 4 horas
Capacitação do PAIR - Programa de Ações Integradas e Referenciais de
Enfrentamento à Violência Sexual Infanto-Juvenil
sábado, 17 de maio de 2014
CONVITE PARA REUNIÃO DA REDE PARTENON
DATA: 20/05/2014
HORA: 14h
LOCAL: Av. Bento Gonçalves,
3722
PAUTA:
Fortalecimento
do PSE – Programa Saúde na Escola
Com a participação de representantes da Área da saúde e educação
Compareça!
quarta-feira, 7 de maio de 2014
RELATO DA REUNIÃO DA REDE PARTENON DE 15/04/2014
APRESENTAÇÃO SERVIÇOS DE SAÚDE NO PARTENON
Gerência Distrital de
Saúde Partenon – Lomba do Pinheiro - GDPLP
Gerente Distrital: Vânia Maria Frantz
Unidades Básicas de Saúde
•
UBS
Bananeiras
•
UBS São
José
•
UBS
Pequena Casa da Criança
•
UBS São
Miguel
•
UBS
Ceres
•
UBS São
Carlos
•
UBS Mapa
•
UBS
Panorama
•
Unidade
de Saúde Prisional – Presídio
Central
Unidades de Saúde da Família
• USF
Ernesto Araujo
• USF
Morro da Cruz
• USF
Maria da Conceição
• USF
Vila Vargas
• USF
Santo Alfredo
• USF
Campo da Tuca
• USF
Pitoresca
• USF
Esmeralda
• USF
Herdeiros
• USF
Santa Helena
• USF
Lomba do Pinheiro
• USF
Viçosa
• USF
São Pedro
• USF
Recreio da Divisa
• Equipe
Saúde Indígena
Cobertura de ESF’s
GDPLP: Total de 28 ESF e 10
ESB
• Lomba
do Pinheiro: 52,8% - 12 Equipes em 7 Serviços
• Partenon:
36,0% - 16 Equipes em 07 Serviços
Equipes de Apoio da GDPLP
• Equipe
Especializada em Saúde da Criança e do Adolescente
• Equipe
de Saúde Mental
• Nucleo
de Atenção a Saúde da Família - Lomba do
Pinheiro
• Farmácia
Distrital
• Centro
de Especialidades Murialdo
• CAPS
AD PLP
• Pronto
Atendimento Lomba do Pinheiro
Serviços de
Saúde Parceiros na Região
• Hospital
Sanatório Partenon
ü
SAT – CTA – CRIE – Amb. Tb
• Hospital
São Pedro
ü
Ambulatório Melaine Klein – CIAPS
• PUC
– RS
ü
PET – PRÓ-SAÙDE
Controle Social
• Conselhos
Locais nas UBS e USF
• Conselhos
Distritais
• Partenon
– Reuniões nas 1as quartas do mês
• Lomba do Pinheiro - Reuniões nas 2as
quartas do mês
• Conselho
Gestor do PALP
• Conselho
Municipal de Saúde – Reuniões 2as
e 4as quintas do mês
Controle Social – dados atuais
• Presença
de Conselhos Distritais
• 100%
das USFs com Conselhos Locais
• 87%
das UBSs com Conselhos Locais
• Atuação
no Conselho Municipal
RH da GD PLP
• UBS(s)
e Equipes de Apoio: 266 – Recursos
Municipais ou Municipalizados
• ESF:
262– Recursos do IMESF
• TERCEIRIZADOS:
105 – Convênio Mãe de Deus, Vila Nova e serviços de higienização e portaria
• TOTALIZANDO:
643 Trabalhadores
Algumas
atividades desenvolvidas
• Acolhimento
• Visitas Domiciliares
• Consultas individuais
• Grupos educativos
• Salas de espera
• Saúde da Mulher
• Saúde da Criança
• Saúde do Escolar
• Encaminhamentos para especialidades
• Oficinas de saúde
• Procedimentos de enfermagem
• Procedimentos
de odontologia
APRESENTAÇÃO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL NA REGIÃO
Centro de
Referência Especializado de Assistência Social - CREAS - Partenon
SAF - ILEM
SAF – ACCAT
Centro de
Referência Especializado de Assistência Social
n Programa
PEMSE
n Abordagem
social de crianças e adolescentes- Ação Rua
n Abordagem
social de adultos
n Programa
PAEFI
FOTOS DE ATIVIDADES DA ÁREA DA SAÚDE NO PARTENON
APRESENTAÇÃO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL NA REGIÃO
Centro de
Referência Especializado de Assistência Social - CREAS - Partenon
SAF - ILEM
SAF – ACCAT
Equipe da Assistência Social do Partenon
Centro de
Referência Especializado de Assistência Social
n Programa
PEMSE
n Abordagem
social de crianças e adolescentes- Ação Rua
n Abordagem
social de adultos
n Programa
PAEFI
CREAS Partenon estabelece relações em rede ou diretamente através de denúncias do MP ou Secretaria dos Direitos Humanos, disque 100, CRAS, microrredes, Centro POP/Casa de convivência, Abrigos para adultos, crianças e adolescentes, Hospitais, CRAI e Conselho Tutelar.
POLÍTICA MUNICIPAL
DE EDUCAÇÃO - REGIÃO LESTE
Pessoal da Educação ATAR-SMED na apresentação
|
Regiões que compreendem o
território
|
Bom Jesus/ Parte da
Nordeste
|
Partenon
|
Lomba do Pinheiro
|
|
Nº de EMEFs / EMEB
|
3
|
4
|
4
|
|
Nº de EMEIs
|
2
|
5
|
3
|
|
Nº de Jardins de Praça
|
0
|
0
|
0
|
|
Nº de EEIs Conveniadas
|
18
|
2
|
17
|
|
Nº de EMEEFs
|
2
|
1
|
0
|
Escolas Municipais
- Equipe interdisciplinar de (serviço social, psicologia e educação) constituída em 2011;
- Organizada em regiões da cidade: Norte, Sul, Leste e Oeste, conforme os territórios dos Conselhos Tutelares;
- Assessora tecnicamente as escolas municipais;
- Acompanha e incentiva as escolas na participação nas redes e microrredes/redinhas;
- Formação permanente e construção de indicadores de avaliação;
- Fomento a prática de mediação de conflitos no espaço escolar;
- Representação intersetorial/conselhos e Comitês.
Escolas
de Ensino Fundamental – Partenon
EMEF
Deputado Marcírio Goulart Loureiro
• Localização:
Rua Saibreira, s/n – Bairro Coronel Aparício Borges
• Número
de alunos:1069
• Turnos:
Manhã, Tarde e Noite
• Ensino
Fundamental e EJA
• Turmas
Integralizada: 02 turmas
EMEF Morro
da Cruz
• Localização:
Rua Santa Tereza, 541 – Bairro São José
• Número
de alunos: 1036
• Turnos:
Manhã e Tarde
• Ensino
Fundamental
• Turmas
Integralizadas: nenhuma
EMEF
Professora Judith Macedo de Araújo
• Localização:
Rua Saul Constantino, 100 – Bairro São José
• Número
de alunos: 1029
• Turnos:
Manhã, tarde e noite
• Ensino
Fundamental e EJA
• Turmas
Integralizadas: não
EMEF América
• Localização:
Rua Padre Ângelo Costa, 175 - Partenon
• Número
de alunos: 600
• Turnos:
Manhã e Tarde
• Ensino
Fundamental
• Turmas
Integralizadas: 07 turmas
Ingressos / Matrículas
Ensino
Fundamental
• Inscrições
on-line conforme calendário divulgado anualmente pela SEDUC (outubro – 1º ano;
janeiro – transferências, retardatários e reingressos)
• Rematrículas
(Rede Municipal e Estadual) – Novembro/Dezembro, presencial, direto na Escola
Ensino
Infantil
• Rede
Estadual: Janeiro, direto na Escola, conforme calendário anual da SEDUC
• Rede
Municipal: Outubro (15 dias), inscrição / seleção conforme critérios,
diretos nas Escolas.
• Conveniadas:
Agosto à dezembro (variável), conforme vaga (qualquer época do ano)
Educação
Especial
• Inscrição
em cadastro único nas escolas especiais (chamamento por ordem de inscrição)
• Transferência
do ensino comum mediante avaliação da SIR e Coordenação da Educação Especial
Instrumentos utilizados pela escola para
qualificar a permanência do aluno
FICAI
– Ficha Individual de Controle do Aluno Infrequente
- 05 faltas consecutivas ou 10 alternadas no mês Contato com a família
- Termo de compromisso da família sobre a frequência
- Resgate dos conteúdos através das tarefas extras e atividades
- Não ocorrendo o retorno do aluno, encaminha-se para o Conselho Tutelar
SIR – Sala de Integração e Recursos
- Atendimento das crianças com necessidades especiais - 25 alunos
- PDI – Plano de Desenvolvimento Individual
- Adaptação Curricular
- Assessoria ao Professor
Laboratório
de Aprendizagem
• Atendimento
de 1 hora semanal;
• Grupos de 05 alunos;
• Alunos
com dificuldade de aprendizagem;
Redes
• Participação nas reuniões de rede e
microrredes
• Discussão de casos
• Encaminhamentos para serviços de diferentes
políticas públicas
• Intervenções em rede junto às famílias
Cidade
Escola
• Laboratório
• Robótica
• Liau
(Laboratório de Inteligência de Ambiente Urbano)
• SIR
(Sala de Integração e Recursos)
• Mais
Educação
• Escola
Aberta (aberto à comunidade aos finais de semana)
•
Oficinas
Oferecidas
•
Letramento
•
Numeramento
•
Recreação
•
Educação
física
•
Dança
•
Música
•
Informática
Os participantes da reunião
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